• Boeing registra resultado recorde para 2017 e fornece orientação para 2018

    31 de janiero de 2018 - 

    Quarto trimestre de 2017

    • Lucro operacional recorde de US$ 3,0 bilhões com fluxo de caixa operacional de US$2,9 bilhões com forte desempenho
    • GAAP EPS de US$5,18 e EPS principal (não-GAAP) * de US$4,80 com base em entregas sólidas, desempenho e reforma tributária

    Exercício completo de 2017

    • Fluxo de caixa operacional recorde de US$ 13,3 bilhões; recompra de 46,1 milhões de ações por US$ 9,2 bilhões
    • Receita de US$ 93,4 bilhões refletindo um recorde de 763 entregas comerciais
    • Carteira de pedidos permanece robusta com US$ 488 bilhões, incluindo um recorde de 5.864 aeronaves comerciais
    • Caixa e títulos negociáveis da ordem de US$ 10,0 bilhões proporcionam liquidez sólida

    Previsão para 2018

    • O fluxo de caixa operacional deverá aumentar para aproximadamente US$15,0 bilhões
    • Orientação de receita entre US$ 96,0 e US$ 98,0 bilhões reflete entregas comerciais entre 810 e 815 unidades
    • EPS GAAP para 2018 entre US$15,90 e US$16,10; EPS principal (não-GAAP) * entre US$ 13,80 e US$14,00

    Tabela 1. Resumo de Resultados Financeiros(Em milhões de dólares, exceto dados por ação)

    A Boeing Company informou uma receita de US$ 25,4 bilhões no quarto trimestre, com lucro por ação GAAP de US$ 5,18 e lucro por ação (não-GAAP)* de US$ 4,80, refletindo entregas recordes e desempenho forte, além de uma reforma tributária de US$ 1,74 por ação (Tabela 1).

    A receita foi de US$ 93,4 bilhões para o ano completo, refletindo um mix de entregas com lucro por ação GAAP de US$ 13,43 e lucro por ação principal (não-GAAP)* de US$ 12,04, refletindo uma execução forte e uma reforma tributária favorável.

    "Em toda a Boeing, nossas equipes registraram um ano recorde de desempenho financeiro e operacional, pois se concentraram na execução disciplinada de programas de produção e desenvolvimento, no aumento de serviços e na entrega de valor agregado para os clientes", disse o presidente e CEO da Boeing, Dennis Muilenburg. "Esse desempenho permite maiores investimentos em nosso pessoal e nossos negócios, e maior retorno de caixa para os acionistas"

    "Em 2017, entregamos os primeiros aviões 737 MAX, lançamos o 737 MAX 10 e completamos o primeiro voo do 787-10, ao mesmo tempo em que entregamos mais aviões comerciais do que nunca. Fizemos o primeiro voo do KC-46 Tanker que será entregue para a Força Aérea dos Estados Unidos, conquistamos um contrato inicial para o programa Ground Based Strategic Deterrent e um contrato para fornecer 36 caças F-15 para o Qatar. Nós lançamos a Boeing Global Services durante o ano, para oferecer maior valor de ciclo de vida e registramos um crescimento que ultrapassou o mercado ".

    "Nós nos posicionamos ativamente para mercados e crescimento futuros, desenvolvendo novos produtos e serviços, investindo para criar capacidades verticais, lançando a organização de inovação HorizonX e trazendo novas capacidades, incluindo a aquisição da Aurora Flight Sciences. Pensando no futuro, nossa equipe manterá o foco em vencer por meio da inovação, gerando crescimento e produtividade e ampliando nossa posição como a maior empresa aeroespacial do mundo - oferecendo o melhor valor para nossos clientes, nossos colaboradores e nossos acionistas ".

    Tabela  2. Fluxo de caixa (milhões)

    O Fluxo de caixa operacional no trimestre de US$ 2,9 bilhões foi impulsionado pelo forte desempenho operacional (Tabela 2). Durante o trimestre, a empresa recomprou 6,7 milhões de ações por US$ 1,7 bilhão e pagou US$ 800 milhões em dividendos. Para o ano completo, a empresa recomprou 46,1 milhões de ações por US$ 9,2 bilhões e pagou US$ 3,4 bilhões em dividendos. Com base na forte geração de caixa e na confiança na previsão da empresa, em dezembro, o conselho de administração aumentou o dividendo trimestral por ação em 20% e substituiu o programa de recompra de ações existente por uma nova autorização de US$ 18 bilhões. As recompras de ações sob a nova autorização devem ser feitas nos próximos 24 a 30 meses.

    Tabela  3. Caixa, Títulos e Valores Mobiliários e saldos devedores (Bilhões)

    O caixa e os investimentos em títulos e valores mobiliários totalizaram US$ 10,0 bilhões, sem mudanças em relação ao início do trimestre (Tabela 3). A dívida foi de US$ 11,1 bilhões, comparado a US$ 10,8 bilhões no início do trimestre.

    A carteira de pedidos total da empresa no final do trimestre foi de US$ 474 bilhões, um aumento em relação aos US$ 474 bilhões no início do trimestre, e incluiu pedidos líquidos no trimestre de US$ 40 bilhões.

    Resultados por segmento

    Aviões comerciais

    Tabela 4. Aviões comerciais (Em milhões de dólares)

    A receita do quarto trimestre para Aviões Comerciais aumentou para US$ 15,5 bilhões, com mix e volume de entrega planejados maiores (Tabela 4). A Margem Operacional para o quarto trimestre aumentou para 11,5%, refletindo uma forte execução.

    Durante o trimestre, o segmento de Aviões Comerciais entregou um recorde de 209 aviões e o programa 787 lançou o primeiro avião 787-10 que deverá ser entregue para lançamento para o cliente Singapore Airlines. O programa 737 entregou 44 aviões MAX durante o trimestre e conquistou mais de 4.300 encomendas desde o lançamento para o 737 MAX, incluindo um pedido recente da Fly Dubai para 175 aviões. O desenvolvimento do 777X segue de acordo com o cronograma, e a produção para o primeiro avião de teste de voo 777X começou neste trimestre.

    A segmento de aviões comerciais registrou 414 pedidos líquidos durante o trimestre. A carteira de pedidos permanece forte com mais de 5.800 aviões avaliados em US$ 421 bilhões.

    Defesa, Espaço e Segurança

    Tabela 5. Defesa, espaço e segurança (Em milhões de dólares)

    A receita para o quarto trimestre de Defesa, Espaço e Segurança aumentou para US $ 5,5 bilhões principalmente como resultado de entregas mais elevadas de armas, e a Margem Operacional no quarto trimestre foi de 10,0% (Tabela 5).

    Durante o trimestre, o segmento de Defesa, Espaço e Segurança assinou um contrato com a Força Aérea dos EUA para fornecer 36 aviões de combate F-15 avançados para o Catar. O programa KC-46 Tanker recebeu um contrato para fornecer o primeiro KC-46 Tanker internacional para o Japão e recebeu a certificação FAA para a aeronave 767-2C, comprovando que o projeto fundamental do KC-46 Tanker é seguro e confiável. Além disso, continuamos a progredir no programa Commercial Crew à medida que concluímos com sucesso a Revisão de Certificação de Design, que é uma exigência antes da acoplagem na Estação Espacial Internacional.

    A carteira de pedidos de Defesa, Espaço e Segurança foi de US$ 50 bilhões, dos quais 40% representam pedidos de clientes internacionais.

    Global Services

    Tabela  6. Global Services (Em milhões de dólares)

    A receita para o quarto trimestre do segmento Global Services aumentou para US$ 4,0 bilhões, refletindo o crescimento em nosso portfólio (Tabela 6). A Margem Operacional para quarto trimestre foi de 15,4% refletindo o mix de peças comerciais.

    Durante o trimestre, Global Services obteve um contrato para o F-15 Qatar Sustainment, assinou um acordo com a All Nippon para o programa de intercâmbio do trem de pouso do 787, e a Índia selecionou a BGS para o treinamento do P-8I Poseidon. O segmento de Global Services iniciou os testes de voo para o primeiro 737-800 Boeing Converted Freighter e recebeu um pedido da GECAS para sete conversões. Continuamos expandindo nossas soluções digitais como um facilitador importante para o crescimento, com nosso portfólio atingindo cerca de US$ 1 bilhão de receita anual no trimestre.

    Informações Financeiras Adicionais

    Tabela  7. Informações Financeiras Adicionais (Em milhões de dólares)

    No final do trimestre, o saldo líquido do portfólio da Boeing Capital foi de US$ 3,0 bilhões. A despesa total com pensões para o quarto trimestre foi de US$ 105 milhões, uma queda em relação a US$ 434 milhões no mesmo período do ano anterior. A receita em outros itens e eliminações não alocadas aumentou principalmente devido ao cronograma de eliminação de entregas de aeronaves entre as empresas, incluindo as que foram contabilizadas como arrendamento operacional. Os ganhos atribuídos a outros itens e eliminações não alocados diminuíram principalmente devido à maior remuneração diferida. A alíquota de imposto efetiva para o quarto trimestre reflete a Lei de Cortes Fiscais e Empregos promulgada em dezembro de 2017, que reduziu a despesa de imposto de renda em US$ 1.051 milhões e aumentou o lucro por ação no quarto trimestre em US$ 1,74, principalmente devido à reapreciação de nossos passivos fiscais líquidos diferidos nos EUA, para refletir a redução da tarifa tributária de imposto federal de 35% para 21%.

    Previsão

    A Companhia está adotando duas novas normas contábeis, conforme planejado anteriormente, no primeiro trimestre de 2018, o padrão de reconhecimento de receita (ASC 606) e as mudanças na contabilidade de aposentadoria e pós-aposentadoria (ASC 715). As explicações adicionais estão incluídas nas páginas 15-18, com os resultados atualizados em 2017 e 2016 ajustados pela adoção do ASC 606 e ASC 715. A Companhia forneceu essa informação comparável nas explicações e abaixo para ajudar os investidores a entender as perspectivas financeiras para 2018 (Tabela 8).

    Tabela  8. 2018 Previsão financeira para (Em bilhões de dólares, exceto dados por ação) The Boeing Company e Subsidiárias Demonstrações Consolidadas de Operações (Não auditados) The Boeing Company e Subsidiárias Demonstrações Consolidadas de Posição Financeira (Não auditados) The Boeing Company e Subsidiárias Demonstrações Consolidadas de Fluxo de caixas (Não auditados) The Boeing Company e Subsidiárias Resumo de dados por segmento de negócios (Não auditados) The Boeing Company e Subsidiárias Dados operacionais e financeiros (Não auditados)

    The Boeing Company e Subsidiárias
    Reconciliação de medidas Não-GAAP

    (Não auditados)

    As tabelas fornecidas abaixo conciliam ad medidas financeiras Não-GAAP para Lucro Operacional principal, Margem Operacional principal, e Lucro por Ação principal com as medidas financeiras GAAP mais diretamente comparáveis, Lucros de Operações, Margem Operacional, e Lucro por Ação diluído. Consulte a página 7 deste comunicado para obter informações adicionais sobre o uso destas medidas financeiras Não-GAAP.

    The Boeing Company e Subsidiárias Reconciliação de medidas Não-GAAP (Não auditados)

    The Boeing Company e Subsidiárias
    Demonstrações Consolidadas de Operações - Redeclaradas

    (Não auditados)

    A Companhia está adotando duas novas normas contábeis, conforme planejado anteriormente, no primeiro trimestre de 2018, o padrão de reconhecimento de receita (ASC 606) e as mudanças na contabilidade de pensões e pós-aposentadoria (ASC 715). Os valores redeclarados abaixo refletem o impacto da adoção do ASC 606 e ASC 715

    The Boeing Company e Subsidiárias Demonstrações Consolidadas de Operações - Redeclaradas (Não auditados)

    The Boeing Company e Subsidiárias
    Resumo dos dados de segmentos de negócios - Redeclarados

    (Não auditados)

    Os valores redeclarados abaixo refletem o impacto da adoção do ASC 606 e ASC 715

    The Boeing Company e Subsidiárias Resumo dos dados de segmentos de negócios - Redeclarados (Não auditados)

    Informações adicionais:

    Itens não alocados, eliminações e outros

    The Boeing Company e Subsidiárias
    Reconciliação de medidas não GAAP - Redeclarados

    (Não auditados)

    As tabelas fornecidas abaixo reconciliam as medidas financeiras não GAAP, lucro operacional principal, Margem Operacional principal e o Lucro por ação principal com as medidas financeiras GAAP mais diretamente comparáveis, lucros de operações, Margem Operacional e lucro por ação diluída como redeclarados após a adoção do ASC 606 e ASC 715. Consulte a página 7 deste release para Informações adicionais sobre o uso dessas medidas financeiras não GAAP.

    The Boeing Company e Subsidiárias Reconciliação de medidas não GAAP - Redeclarados

    The Boeing Company e Subsidiárias
    Conciliação de medidas não GAAP- Redeclarados

    (Não auditados)

    As tabelas fornecidas abaixo reconciliam as medidas financeiras não GAAP, lucro operacional principal, Margem Operacional principal e o Lucro por ação principal com as medidas financeiras GAAP mais diretamente comparáveis, lucros de operações, Margem Operacional e lucro por ação diluída como redeclarados após a adoção do ASC 606 e ASC 715. Consulte a página 7 deste release para Informações adicionais sobre o uso dessas medidas financeiras não GAAP.

    The Boeing Company e Subsidiárias Conciliação de medidas não GAAP - Redeclarados

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    Sobre a Boeing

    A Boeing é a maior empresa aeroespacial do mundo e líder na fabricação de aviões comerciais, sistemas de defesa, espaço e segurança, e fornecedora de serviços de suporte pós-venda. Como a maior exportadora de produtos manufaturadas dos Estados Unidos, a empresa oferece suporte para clientes -companhias aéreas e governos aliados - em mais de 150 países. Os produtos e os serviços sob medida da Boeing incluem aeronaves comerciais e militares, satélites, armas, sistemas eletrônicos e de defesa, sistemas de lançamento, sistemas avançados de informação e comunicação, logística e treinamento.