A Boeing Cidadania Corporativa e o Brasil

As contribuições para o Brasil têm sido focadas principalmente na educação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, na sigla em inglês):

• Instituto Ayrton Senna: treinamento para professores e coordenadores de escolas para utilizar as matérias do currículo escolar regular, como matemática e ciências, de maneira inovadora, a fim de aumentar a confiança, habilidades de socialização, pensamento analítico e crítico dos alunos. A doação da Boeing impactou diretamente 160 mil estudantes da 6ª à 9ª série, bem como 3 mil professores, em mais de 700 escolas no estado de São Paulo.

• Sid, o Cientista: programa piloto iniciado em maio de 2013 em duas escolas municipais do Rio de Janeiro para usar elementos do programa infantil no currículo como meio para preparar as crianças para terem sucesso no ensino de ciências.

• Ciência sem Fronteiras: programa criado pelo governo brasileiro que visa fortalecer e expandir as iniciativas do Brasil em ciências e tecnologia, inovação e competitividade por meio do aumento de experiências educacionais internacionais de estudantes universitários e pesquisadores. Até o momento a Boeing patrocinou 46 estudantes. O patrocínio inclui um programa de estágio de verão de oito semanas na região de Seattle, durante o qual os estudantes participam de projetos de design aeroespacial e de gerenciamento de programas, bem como interagem com muitos líderes da Boeing.

• Em novembro de 2012 a Boeing começou a patrocinar a SAE Brasil AeroDesign, uma competição anual que reúne centenas de estudantes brasileiros de engenharia com o objetivo de desenhar, construir e testar aviões controlados remotamente que devem voar de acordo com os parâmetros estabelecidos. O AeroDesign é um programa educacional que vai de encontro às áreas-foco da Boeing para investimento na comunidade, uma vez que visa promover excelência educacional e inovação em ciências, tecnologia, engenharia e matemática.

Em janeiro de 2011, o Brasil sofreu seu pior desastre natural, uma série de enchentes e deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro que causaram ao menos 903 mortes e US$ 1,2 bilhões em estragos. A Boeing doou uma quantia de US$ 50.000 e as contribuições dos funcionários totalizaram US$ 143.079.

A Boeing Commercial Airplanes doou um DC-3 para um museu mantido pela Tam Linha Aéreas e prometeu fundos para um hangar e uma exposição, bem como um programa de extensão da escola. A empresa também prometeu fundos para o Instituto GOL para um software de treinamento, um hospital de câncer e prêmios especiais dos funcionários.